Mário Soares é um atraso para a Nação.
“Tive uma discussão com ele (José Socrates) gravíssima, porque queria que ele pedisse o apoio e ele não queria. Falei muito com ele durante muito tempo, duas horas ou três, discutimos brutalmente mas amigavelmente, eu a convencê-lo e ele a não estar convencido”, afirmou Mário Soares, na sessão promovida pelo Casino da Figueira da Foz."
http://smartforum.educare.pt/index.php?id=229919
Isto é só um lembrete para aqueles que sofrem de memória curta ou ainda vivam na ilusão...
Imbondeiro.com
http://ginaber.blogspot.com/2009/05/naive-art-paintings-of-senegal.html
Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012
Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012
Sábado, 21 de Janeiro de 2012
Divulgação Necessária
Seguinto o exemplo de outros:
avante!
crónica internacional
Escalada de guerra
A escalada de agressão (nas suas dimensões política, económica e militar) que os EUA (e os seus aliados) levam a cabo contra os povos do Médio Oriente atingiu um sério e perigoso patamar, perante as ameaças de intervenção militar na Síria e de confronto directo com o Irão.
Acompanhando o anunciado e previsível termo da missão de observadores da Liga Árabe – que não terá cumprido, até ao momento, o papel de ingerência e de deturpação da realidade como era intenção dos EUA e dos seus aliados da NATO e do Conselho do Golfo –, é abertamente colocada, pela voz do Emir do Qatar, a intervenção militar directa na Síria.
Dando mais uma machada nas Nações Unidas e nos princípios consagrados na sua Carta, Ban Ki-moon, que ocupa o lugar de secretário-geral desta organização, incita «convenientemente» ao branqueamento e ao apoio do Conselho de Segurança à agressão contra a Síria – o que é correctamente rejeitado pela Rússia e pela China.
Por seu lado, a Rússia denuncia os planos de intervenção militar na Síria, que terá origem e base de apoio na Turquia, país membro da NATO que já assume um papel fundamental na operação de ingerência, de desestabilização e de agressão à Síria.
Neste quadro, o governo sírio implementa medidas com o objectivo de promover o diálogo e assegurar a unidade nacional, enquanto grupos armados continuam a boicotar qualquer solução negociada, perpetrando sabotagens e atentados contra objectivos económicos, contra a população e contra as forças sírias, procurando criar o caos e a insegurança e, se possível, a situação que possa ser utilizada para camuflar a intervenção militar directa desde há muito planeada pelos EUA e apoiada pelos seus aliados da NATO e na região.
Ao mesmo tempo, os EUA adoptam novas medidas contra o Irão, legislando a imposição de sanções (dentro de seis meses) a qualquer empresa ou país que efectue pagamentos através do Banco Central do Irão, nomeadamente para a aquisição de petróleo a este país – o que representa, para todos os efeitos, uma declaração de guerra no plano económico e uma manobra com profundas e imprevisíveis consequências para a situação económica de diversos países e ao nível mundial.
Não esperando pelo inicio do Verão, a administração norte-americana procura desde já o apoio da União Europeia e do Japão para o isolamento económico e o asfixiamento financeiro do Irão, advertindo e ameaçando com sanções os países que não acatem o seu ditame. No entanto, esta medida não tem o apoio da Rússia, da China (país a que os EUA já sancionaram uma empresa ao abrigo desta nova medida), da Turquia (que importa do Irão grande parte do petróleo de que necessita) e de outros países.
Sublinhe-se que os EUA adoptam esta nova medida contra o Irão no momento em que concentram (com os seus aliados da NATO) enormes meios militares no Golfo Pérsico – isto é, junto ao Irão –, e em Israel (único país que possui armas nucleares no Médio Oriente) e fornecem significativo e moderno equipamento militar aos seus aliados do Conselho do Golfo. O Irão é ainda confrontado com todo o género de provocações e ilegalidades, de que são exemplo o assassinato de cientistas ligados ao seu programa de energia nuclear – que assegura ter fins pacíficos e ser seu direito desenvolver – ou a violação das suas fronteiras por drones de espionagem dos EUA.
No fundo, os EUA procuram encurralar o Irão, arquitectando o pretexto para mais uma etapa da guerra imperialista, que visa o domínio da Ásia e do Pacífico.
No momento em que se confrontam com a agudização da sua profunda crise, a escalada de guerra promovida pelos EUA no Médio Oriente representa uma ameaça não só aos povos e países que não se submetem nesta região, mas a todos os povos do mundo que reclamem o direito ao exercício da soberania e ao desenvolvimento económico dos seus países – pelo presente e pelo futuro há que detê-la!
Pedro Guerreiro
avante!
crónica internacional
Escalada de guerra
A escalada de agressão (nas suas dimensões política, económica e militar) que os EUA (e os seus aliados) levam a cabo contra os povos do Médio Oriente atingiu um sério e perigoso patamar, perante as ameaças de intervenção militar na Síria e de confronto directo com o Irão.
Acompanhando o anunciado e previsível termo da missão de observadores da Liga Árabe – que não terá cumprido, até ao momento, o papel de ingerência e de deturpação da realidade como era intenção dos EUA e dos seus aliados da NATO e do Conselho do Golfo –, é abertamente colocada, pela voz do Emir do Qatar, a intervenção militar directa na Síria.
Dando mais uma machada nas Nações Unidas e nos princípios consagrados na sua Carta, Ban Ki-moon, que ocupa o lugar de secretário-geral desta organização, incita «convenientemente» ao branqueamento e ao apoio do Conselho de Segurança à agressão contra a Síria – o que é correctamente rejeitado pela Rússia e pela China.
Por seu lado, a Rússia denuncia os planos de intervenção militar na Síria, que terá origem e base de apoio na Turquia, país membro da NATO que já assume um papel fundamental na operação de ingerência, de desestabilização e de agressão à Síria.
Neste quadro, o governo sírio implementa medidas com o objectivo de promover o diálogo e assegurar a unidade nacional, enquanto grupos armados continuam a boicotar qualquer solução negociada, perpetrando sabotagens e atentados contra objectivos económicos, contra a população e contra as forças sírias, procurando criar o caos e a insegurança e, se possível, a situação que possa ser utilizada para camuflar a intervenção militar directa desde há muito planeada pelos EUA e apoiada pelos seus aliados da NATO e na região.
Ao mesmo tempo, os EUA adoptam novas medidas contra o Irão, legislando a imposição de sanções (dentro de seis meses) a qualquer empresa ou país que efectue pagamentos através do Banco Central do Irão, nomeadamente para a aquisição de petróleo a este país – o que representa, para todos os efeitos, uma declaração de guerra no plano económico e uma manobra com profundas e imprevisíveis consequências para a situação económica de diversos países e ao nível mundial.
Não esperando pelo inicio do Verão, a administração norte-americana procura desde já o apoio da União Europeia e do Japão para o isolamento económico e o asfixiamento financeiro do Irão, advertindo e ameaçando com sanções os países que não acatem o seu ditame. No entanto, esta medida não tem o apoio da Rússia, da China (país a que os EUA já sancionaram uma empresa ao abrigo desta nova medida), da Turquia (que importa do Irão grande parte do petróleo de que necessita) e de outros países.
Sublinhe-se que os EUA adoptam esta nova medida contra o Irão no momento em que concentram (com os seus aliados da NATO) enormes meios militares no Golfo Pérsico – isto é, junto ao Irão –, e em Israel (único país que possui armas nucleares no Médio Oriente) e fornecem significativo e moderno equipamento militar aos seus aliados do Conselho do Golfo. O Irão é ainda confrontado com todo o género de provocações e ilegalidades, de que são exemplo o assassinato de cientistas ligados ao seu programa de energia nuclear – que assegura ter fins pacíficos e ser seu direito desenvolver – ou a violação das suas fronteiras por drones de espionagem dos EUA.
No fundo, os EUA procuram encurralar o Irão, arquitectando o pretexto para mais uma etapa da guerra imperialista, que visa o domínio da Ásia e do Pacífico.
No momento em que se confrontam com a agudização da sua profunda crise, a escalada de guerra promovida pelos EUA no Médio Oriente representa uma ameaça não só aos povos e países que não se submetem nesta região, mas a todos os povos do mundo que reclamem o direito ao exercício da soberania e ao desenvolvimento económico dos seus países – pelo presente e pelo futuro há que detê-la!
Pedro Guerreiro
Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012
Alta definição - Jerónimo de Sousa
A Ana falou-me desta entrevista e eu decidi espreitar.
Agora, decidi partilhar para o caso de não a terem visto e directo.
Agora, decidi partilhar para o caso de não a terem visto e directo.
Sábado, 24 de Dezembro de 2011
Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
Faltam 7 dias para também eu ir embora =)
Quando não há nada para dizer nada melhor do que uma musiquinha para animar.
Terça-feira, 22 de Novembro de 2011
Outros momentos que valeram a pena...
Um passeio pela cidade dá nisto...
Big Ben
Abadia de Westminster
St. James Park
O Render da Guarda
Um esquilo cinzento
Albert's Memorial
Liberty
Tower of London
Tower Bridge
Quarta-feira, 16 de Novembro de 2011
Londres
Na sexta-feira passada foi feriado na Bélgica e eu, como não podia deixar de ser fui passear =).
Desta vez fui até Londres. Decidi aproveitar a proximidade geográfica e o comboio directo sem paragens para ir até lá ver a exposição do ano "Leonardo da Vinci: Painter at the Court of Milan".
Como é óbvio não se podia tirar fotografias, mas deixo-vos aqui uma breve descrição do que pude ver:
Quadros em que da Vinci tenta o seu melhor para mostrar "a beleza e a perfeição humana", para isso da Vinci pinta uns quantos retratos nos quais vai aperfeiçoando a da técnica da pintura no que compreende a ilustração do real insistindo nos traços delicados e o realçe, através da luz, do que a ele lhe parece mais importante. Na sua ideia estes quadros eram uma expressão do divino e por isso a técnica tinha também de ser divinal e a luz tal como a delicadeza eram factores essenciais.
Para além disso foi tanbém possível ver, pela primeira vez na história, as duas versões de "Virgem dos Rochedos" lado a lado. Este quadro foi encomendado por um grupo religioso que acreditava que a virgem maria havia sido "planeada" por Deus antes da criação do mundo (e consequentemente, antes do pecado original) e por isso ela era imaculada. A versão mais antiga, pertencente ao Louvre, possui uma série de simbolismos tão característicos de Leonardo mas odiados pela entidade que havia encomendado o quadro. A segunda versão, propriedade da National Gallery, foi terminada 12 anos depois da primeira e é em grande parte omissa nestes detalhes simbólicos.
Já no final da exposição foi possivel ver o quadro, "Salvator Mundi", que se julgava perdido mas que foi recentemente descoberto numa coleção nos EUA. A última vez que se atribuiu a autoria de um quadro a Leonardo da Vinci foi no inicio do séc. XX. Este quadro está a ser exposto pela primeira vez ao público nesta exposição. Ver reportagem no Público sobre este quadro.
Resumindo, só por esta exposição a viajem já teria valido a pena. Mas o bom da história é que houve muitos mais "momentos que valem a pena". =D
Desta vez fui até Londres. Decidi aproveitar a proximidade geográfica e o comboio directo sem paragens para ir até lá ver a exposição do ano "Leonardo da Vinci: Painter at the Court of Milan".
Como é óbvio não se podia tirar fotografias, mas deixo-vos aqui uma breve descrição do que pude ver:
Quadros em que da Vinci tenta o seu melhor para mostrar "a beleza e a perfeição humana", para isso da Vinci pinta uns quantos retratos nos quais vai aperfeiçoando a da técnica da pintura no que compreende a ilustração do real insistindo nos traços delicados e o realçe, através da luz, do que a ele lhe parece mais importante. Na sua ideia estes quadros eram uma expressão do divino e por isso a técnica tinha também de ser divinal e a luz tal como a delicadeza eram factores essenciais.
Para além disso foi tanbém possível ver, pela primeira vez na história, as duas versões de "Virgem dos Rochedos" lado a lado. Este quadro foi encomendado por um grupo religioso que acreditava que a virgem maria havia sido "planeada" por Deus antes da criação do mundo (e consequentemente, antes do pecado original) e por isso ela era imaculada. A versão mais antiga, pertencente ao Louvre, possui uma série de simbolismos tão característicos de Leonardo mas odiados pela entidade que havia encomendado o quadro. A segunda versão, propriedade da National Gallery, foi terminada 12 anos depois da primeira e é em grande parte omissa nestes detalhes simbólicos.
Já no final da exposição foi possivel ver o quadro, "Salvator Mundi", que se julgava perdido mas que foi recentemente descoberto numa coleção nos EUA. A última vez que se atribuiu a autoria de um quadro a Leonardo da Vinci foi no inicio do séc. XX. Este quadro está a ser exposto pela primeira vez ao público nesta exposição. Ver reportagem no Público sobre este quadro.
Resumindo, só por esta exposição a viajem já teria valido a pena. Mas o bom da história é que houve muitos mais "momentos que valem a pena". =D
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